Bolsonaro ameaça demitir quem não der cargo ao centrão

Líderes de partidos do chamado centrão afirmam que Jair Bolsonaro enquadrou nos últimos dias ministros que resistiam em ceder cargos ao grupo, deixando claro que quem se opuser pode ser demitido do governo.

Segundo relato desses congressistas, a atitude do presidente se deu em dois atos. Primeiro, a demissão de Sergio Moro, tido até então como “indemissível”. Depois, a ordem de distribuir vagas de segundo e terceiro escalões.

Demonizado na campanha eleitoral de 2018 por Bolsonaro como sendo exemplo do que chama de velha política, formada por parlamentares adeptos ao “toma lá, dá cá”, o centrão congrega cerca de 200 dos 513 deputados.

Agora, ele é a esperança do presidente de, pela primeira vez, ter base de sustentação no Congresso e contar com um antídoto para a abertura de um eventual processo de impeachment.

Leia a reportagem completa de Ranier Bragon e Julia Chaib na Folha de São Paulo.


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